Cuidados na Gravidez

Hipertensão na gravidez: saiba os cuidados que você deve tomar

Hipertensão na gravidez: saiba os cuidados que você deve tomar Quando chegar ao sexto mês de gestação, você já terá produzido mais de 1 litro de sangue extra, e esse sangue todo precisa ser bombeado pelo coração para circular pelo corpo. A sobrecarga na atividade circulatória pode fazer com que você se sinta mais quente que o normal. O sangue extra é utilizado para levar nutrientes e oxigênio até o bebê através da placenta e do cordão umbilical, e para recolher as substâncias que o bebê eliminar. A progesterona, hormônio que aumenta na gravidez, relaxa as paredes dos vasos sanguíneos, e é por isso que sua pressão tende a ficar baixa mais ou menos na metade da gestação. A pressão baixa faz com que algumas mulheres sintam tontura e até desmaiem se ficarem muito tempo de pé ou se levantarem rápido demais. Sua pressão vai voltar ao normal nas últimas semanas da gravidez. O obstetra só se preocupa se a pressão subir para níveis considerados altos e permanecer elevada em várias medições diferentes. Se você já tinha pressão alta antes da gravidez (“hipertensão primária” ou “essencial”), seu médico pode prescrever medicamentos para mantê-la controlada durante a gestação, e seu bebê não será afetado. Se sua pressão começar a subir, o médico deve pedir um exame de urina para definir o que fazer. Se o exame detectar presença de proteína na urina, você pode estar na fase inicial da pré-eclâmpsia, e vai precisar de consultas e exames pré-natais mais frequentes. Não há muito o que você possa fazer para manter sua pressão baixa. Beber bastante líquido e não abusar do sal na alimentação é sempre positivo. Nunca falte a uma consulta do pré-natal, mesmo que não esteja se sentindo bem, e preste atenção para ver se sua pressão está sendo tirada. E, se numa eventualidade sua pressão subir e o médico preferir que você fique internada, arme-se de paciência e lembre que é pelo seu bem, e pelo do bebê. Não há uma única causa, mas médicos afirmam que a hipertensão na gravidez é resultado da má adaptação do organismo da mãe a sua nova condição (gravidez), alimentação desiquilibrada, excesso de sal na comida e principalmente o sedentarismo. Embora os agravantes na hipertensão na gravidez sejam mesmos os hábitos alimentares e o sedentarismo, médicos são unanimes em dizer que o começo do problema esteja diretamente relacionado à formação da placenta. O tratamento da hipertensão gestacional é baseado em muito repouso, além de uma dieta rica em nutrientes e quantidades mínimas de sal. O acompanhamento pelo pré- natal são imprescindíveis nesta fase que pode se agravar principalmente após a 20º semana para pré-eclâmpsia que é o aumento na pressão arterial acompanhada pela eliminação de proteína pela urina e a eclampsia que é a reta final da doença. Quando o quadro se agrava para a eclampsia que significa que é além da hipertensão, a...

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Alimentação equilibrada na gravidez

Alimentação equilibrada na gravidez  O consumo de calorias, vitaminas e minerais deve ser maior entre as mulheres grávidas. Para que o peso não ultrapasse a normalidade, o acréscimo de energia deve ser de apenas 300 Kcal diárias (na média), o que corresponde a dois copos de leite desnatado. “Durante a gestação é preciso encontrar um equilíbrio. Alimentos que são fontes de açúcar, bem como óleos e gorduras, devem ser ingeridos moderadamente. O excesso de sal e de alimentos indigestos como pepino, pimentão, melancia, pimenta, entre outros, devem se evitados. Café e bebidas alcoólicas também não devem ser consumidos”, ressalta o médico nutrólogo. Para que esse aumento de calorias seja atingido, a gestante deve fazer de seis a oito refeições por dia, dando preferência ao consumo de frutas, legumes e verduras. Um jejum prolongado favorece a formação de corpos cetônicos, as substâncias químicas produzidas pela decomposição das gorduras, quando constituem o único substrato energético da gestante e que pode causar efeitos deletérios para o feto. No período de formação do bebê, o corpo da mãe utiliza uma parte de líquidos e energia oriundos da alimentação que ajudam no crescimento e na manutenção dos artifícios que protegem o feto, como a placenta e o líquido amniótico. A outra parte da energia fica retida em forma de gordura, localizando-se no abdômen, costas e coxas, sendo utilizada no decorrer da gravidez e do aleitamento.  Porém, caso haja um exagero no consumo de calorias, a energia ficará armazenada como gordura localizada. “A gestante não deve nem pensar em perder peso por estar insatisfeita com os quilinhos a mais, já que as deficiências nutricionais podem interferir na formação e no crescimento do bebê. Todas as vitaminas são importantes no período em que o feto está em desenvolvimento. O ácido fólico, o ferro e o cálcio, por exemplo, são elementos fundamentais para que a gravidez ocorra normalmente.  ...

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Hipertensão é a principal causa de óbito materno

Hipertensão é a principal causa de óbito materno A hipertensão arterial é a mais frequente complicação clínica observada durante a gravidez. A hipertensão arterial crônica acomete cerca de 5% das gestantes, e a tendência é que aumente a prevalência, visto o aumento da hipertensão na população em geral, e da gravidez em idades mais avançadas. Já a doença hipertensiva específica da gravidez, isto é, que aparece durante a gestação, (DHEG, pré-eclâmpsia) afeta 5% das gestantes, sendo mais comum em primigestas (primeira gestação) e em pacientes com outras doenças associadas (hipertensão arterial crônica, diabetes, doenças do colágeno como lupus, trombofilias). A chance de ocorrência de pré-eclâmpsia em mulheres que já são hipertensas é de 25 a 30%. A falta de detecção ou controle inadequado da hipertensão na gravidez pode levar a complicações graves, como a ocorrência de eclâmpsia (convulsões e/ou coma), edema agudo dos pulmões, descolamento prematuro da placenta, hemorragias e insuficiência renal. A hipertensão arterial na gravidez é também perigosa para o concepto, podendo levar à restrição do crescimento fetal (bebês de baixo peso), aumento das taxas de prematuridade, sofrimento fetal e até mesmo óbito fetal ou neonatal. O diagnóstico precoce da hipertensão arterial na gestação, e o controle clínico e obstétrico adequado destas pacientes são capazes de reduzir a morbidade e mortalidade materna e perinatal. Como tratar As doenças hipertensivas podem complicar as gestações, interferindo no crescimento do feto e alterando a função renal da mulher. Por isso, o pré-natal deve ser ainda mais rigoroso caso você tenha qualquer uma das formas de hipertensão (leia abaixo). Pode ser que o obstetra indique mais ultrassons para acompanhar o desenvolvimento do bebê, por exemplo. A pré-eclâmpsia afeta 5 a 7% das grávidas brasileiras, segundo Kondo. Ela surge a partir da 20ª semana de gestação e acomete, principalmente, quem está esperando o primeiro filho. Inchaço nos pés, pernas, mãos e no rosto e fortes dores de cabeça estão entre as consequências da pré-eclâmpsia, que não tem causa conhecida. O excesso de espuma na urina pode ser um indício de eliminação de proteína, outro fator comum nesse caso. O tratamento varia de acordo com a gestante. “Dependendo do risco, a mulher é orientada a diminuir o ritmo de suas atividades. Se tiver um trabalho muito estressante, é interessante que ela se afaste”, diz Kondo. Internações para monitoramento e repouso também costumam ser recomendados às gestantes que têm pré-eclâmpsia – e o uso de medicamentos é necessário para os casos mais complicados. “O risco, caso a doença não seja diagnosticada e tratada corretamente, é ela evoluir para a eclâmpsia, provocando convulsão na gestante, o que pode ser fatal para ela e para o bebê”, alerta Kondo. Vale lembrar que controlar a alimentação, o sal e a gordura das comidas, assim como praticar atividades físicas são fatores aliados no controle da hipertensão. “Os exercícios leves, de baixo impacto, melhoram o condicionamento, favorecem o controle...

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Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê

Alimentação na gravidez pode prevenir doenças no bebê  A alimentação da mamãe durante a gravidez influenciará a saúde do bebê por toda a sua vida. O risco que o bebê terá para diversas doenças inicia-se com a alimentação que recebe durante seu desenvolvimento intra-uterino. A nutrição adequada nas primeiras semanas da gravidez garante um desenvolvimento completo do órgão responsável pela oxigenação e alimentação do feto, chamado placenta e do sistema circulatório do bebê. É ainda no início da gestação, primeiro trimestre, que o sistema nervoso do feto é formado. Por isso a ingestão de certas vitaminas é essencial. Ingerir alimentos ricos em ácido fólico ou mesmo tomar cápsulas de ácido fólico previne a má-formação do tubo neural (que deixa a medula óssea parcialmente exposta). Outros alimentos importantes são salmão, trutas e linhaça, ricos em ácidos graxos ômega-3 que permitem o pleno desenvolvimento do cérebro e sistema nervoso. Para a prevenção o ideal é alimentar-se de gorduras insaturadas e monoinsaturadas, como o azeite de oliva e os óleos de amendoim, canola e girassol, em detrimento das gorduras saturadas ou trans, presentes nos produtos industrializados e margarinas, por exemplo. Entre a 28ª e 40ª semana de gestação há um crescimento de 350% do bebê. Com esse rápido crescimento, se o nível de glicose na corrente sanguínea da mamãe estiver alto pode fazer com que aumente o crescimento da circunferência abdominal do bebê. Isso pode elevar os riscos de doenças como obesidade, diabetes e problemas cardíacos. Para o nível de glicose não subir, o ideal é substituir carboidratos simples (refinados) pelos complexos (não refinados). Isto é, ingerir os alimentos integrais. Pães, cereais, massas e bolachas são encontrados na opção integral. O consumo de farinha e arroz brancos é para se feita apenas ocasionalmente. Já os doces devem ser ingeridos em porções pequenas. Os benefícios irão se estender pelos primeiros anos de vida da criança e até para a vida toda. É importante sempre lembrar que o crescimento do bebê é impulsionado por aquilo que a mãe come. Vamos começar a comer bem, mamãe?...

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Hipertensão durante a gravidez

Hipertensão durante a gravidez   A hipertensão arterial ou vulgarmente chamada pressão traduz-se num aumento da pressão arterial, é problema cada vez mais comum nos países desenvolvidos e é problemático nas grávidas, pode afectar a mãe e o bebé. As principais causas para a hipertensão são a hereditariedade, a obesidade, o sedentarismo, o alcoolismo, o stress…Considera-se hipertensão quando as tensões estão acima de 140 por 90 mmHg Nas grávidas é muito importante controlar periodicamente os níveis de tensão arterial, a pressão arterial deve ser medida com frequência depois das 20 semanas de gestação, pois pode provocar pré-eclâmpsia e, consequentemente, partos prematuros, em muitos casos a solução é mesmo o parto prematuro para evitar o sofrimento da mãe e do bebé. Cuidados para gravidas hipertensas Deve frequentar consultas pré-natais com uma regularidade, 15 em 15 dias e mais no final, semanalmente. Repousar duas horas após o almoço.     Dormir 8 horas durante a noite. Evitar a ingestão de sal. Evitar as bebidas alcoólicas e o tabaco. Evitar situações de ansiedade e stress. Fazer uma alimentação saudável, evitar o aumento de peso, especialmente em futuras mamãs com excesso de peso.    ...

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Gravidez: 10 dicas para cuidar da beleza nesse período

 Gravidez: 10 dicas para cuidar da beleza nesse período o que grávidas podem e não podem fazer para se cuidar Grávida pode pintar o cabelo? E fazer escova progressiva? E como fazer para evitar as estrias na gravidez? Essas e outras dúvidas que atormentam muitas mulheres são respondidas por especialistas aqui no site do GNT. Um grupo de feras dá dicas de como cuidar da beleza sem descuidar da barriga nessa fase tão especial na vida de uma mulher. Confira abaixo.   Pintar o cabelo   A obstetra Elisabete Dobao conta que a gestante pode usar tintura, desde que tome alguns cuidados. “É importante evitar as tinturas no primeiro trimestre de gestação. Tente usar os bastões de retoque temporário. Caso você tenha optado pela cor loira, os reflexos dourados que normalmente não tocam no couro cabeludo também são seguros”, diz. Alisar o cabelo Dra. Elisabete ressalta que a gestante deve evitar este tipo de tratamento. “Hoje, infelizmente, há uma infinidade de produtos para esta finalidade, que não tem seus componentes da formula verdadeiramente conhecidos. Além de tudo, a estrutura do cabelo muda bastante durante a gravidez e também no período do pós-parto, podendo trazer resultados indesejados ou desfavoráveis. É preferível optar pelas hidratações comuns e uso da escova e secador para pentear. É mais seguro.” Limpeza de pele A dermatologista Karla Assed conta que toda gestante pode fazer limpeza de pele sem nenhum problema. “É uma pele que normalmente já mancha com mais facilidade e por isso deve-se ter um maior cuidado. Deve-se evitar usar produtos esfoliantes, contendo ácidos, pois a pele absorve. Também é importante aplicar filtro solar logo após a limpeza, pois a pele fica mais fina e com isso é maior a chance de manchar. Não pode usar qualquer tipo de máscara calmante, descongestionate ou secativa – pois podem conter substâncias não ideais para o bebê, como ácido salicilico, antibióticos, despigmentantes, etc”, finaliza a dermatologista.   Manchas na pele Segundo a dermatologista Roberta Bibas, durante a gravidez as manchas na pele são provocadas pelo grande aumento dos hormônios femininos e mantidas pelo calor e pelo sol. “Por isso, é importante evitar o sol durante a gravidez. Além de aplicar muito filtro solar e usar somente cosméticos clareadores botânicos, com substâncias tipo skin whitening complex e alfa arbutin. Após a gravidez, pode-se tratar as manchas, mesmo durante a amamentação, com luz intensa pulsada, alfa peel e só após a amamentação podemos usar ácidos como retinoico, glicólico e hidroquinona”, finaliza.    Estrias “O principal para evitar as estrias é manter o peso adequado durante toda a gravidez, não engordar repentinamente ou excessivamente. Se possível, fazer algum tipo de exercício apropriado e manter a pele hidratada, com sabonetes e cremes indicados por seu obstetra ou dermatologista.  As estrias já presentes não alteram na gestação. Ali já houve ruptura das fibras e o local não será novamente afetado. Porém, elas...

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