Saúde da Mulher

Chá para Menopausa

Chá para Menopausa Muitas mulheres sofrem com o aparecimento da menopausa. A menopausa é a última menstruação da mulher. O período da vida que antecede e precede a menopausa é chamado climatério que vai dos 45 aos 60 anos de idade. Nessa fase, os ovários deixam de produzir os hormônios estrogênios e progestógeno, então a mulher deixa de ter a capacidade reprodutiva. A menopausa não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher porém acarreta alguns sintomas desagradáveis como ondas de calor, suores noturnos, insônia, diminuição do desejo sexual, irritabilidade,depressão,ressecamento vaginal,dor durante o ato sexual e diminuição da atenção e memória. Existem vários tratamentos para melhorar os sintomas da menopausa atualmente como por exemplo a reposição hormonal. E até algumas receitas caseiras conseguem melhorar esses sintomas . Confira abaixo uma receita de chá caseiro para melhorar os sintomas da menopausa. Receita chá caseiro para amenizar os efeitos da menopausa Ingredientes: 1 punhado de folhas de amora 1 punhado de anis estrelado 1 punhado de melissa 1 punhado de alecrim 1 litro de água mineral Modo de Preparo: Coloque o litro de água mineral para fever em uma leiteira ou panela grande , após a água começar a ferver apague o fogo e acrescente as ervas e abafe com tampa ou um pano e deixe descansar por 15 minutos. Após o tempo de pausa , tome o chá para menopausa 2 a 4 vezes ao dia....

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MENOPAUSA

MENOPAUSA A menopausa é um momento marcante na vida das mulheres. Ela é um evento inevitável, que ocorre devido ao esgotamento dos óvulos e o consequente fim dos ciclos ovulatórios, caracterizando a transição entre a idade fértil e o climatério. Para que não haja confusão com os termos, é bom lembrar que menopausa é o nome dado à última menstruação da vida da mulher, enquanto climatério é período pós-menopausa, ou seja, a fase da vida que se inicia após a última menstruação. Portanto, não é tecnicamente correto dizer que uma mulher está na menopausa. O certo é dizer que a mulher teve a sua menopausa e agora encontra-se no climatério. A menarca é a primeira menstruação da vida da mulher. A pré-menopausa é o período de 3 a 7 anos antes da menopausa, ou seja, os últimos 3 a 7 anos de idade fértil. A menopausa é a última menstruação da vida da mulher. A pós-menopausa é o período que inicia-se após a última menstruação, ou seja, após a menopausa. Pós-menopausa e climatério são sinônimos. A perimenopausa é o período que engloba a pré-menopausa e o primeiro ano de pós-menopausa. Sinais e sintomas da menopausa SUORES NOTURNOS A sudorese noturna é uma variante dos fogachos. Em algumas mulheres, os afrontamentos ocorrem predominantemente à noite, provocando uma intensa sudorese durante o período do sono. Em muitos casos, esses afrontamentos noturnos atrapalham o sono e agravam os sintomas de cansaço e irritação da perimenopausa. O consumo de bebidas alcoólicas durante o dia e um quarto mal ventilado colaboraram para o agravamento dos afrontamentos noturnos. DISTÚRBIOS DO SONO Os afrontamentos noturnos, como já referido, são importante causa de pertubação do sono no período perimenopausa. Eles, porém, não são os únicos. Muitas mulheres na pré-menopausa têm dificuldades para dormir mesmo na ausência dos fogachos. A insônia pode surgir até 7 anos antes da menopausa e costuma se agravar no último ano da pré-menopausa. Mulheres ansiosas ou deprimidas costumam ser aquelas com maior dificuldade para do MENSTRUAÇÃO IRREGULAR Alterações do período menstrual já podem ocorrer antes mesmo da mulher entrar no período pré-menopausa. Inicialmente as alterações são sutis e incluem mudanças na intensidade do sangramento e encurtamento do ciclo. Conforme a menopausa vai se aproximando, as alterações menstruais se tornam mais óbvias. O ciclo agora passa a ser irregular e torna-se mais longo, podendo durar 40 a 50 dias. O volume menstrual se altera (para mais ou para menos) e escapes podem ocorrer no meio do ciclo. A menstruação vai se tornando cada vez mais irregular, até desaparecer. A mulher na pré-menopausa não tem como saber quando será sua última menstruação. O diagnostico da menopausa só pode ser estabelecido retrospectivamente, quando a mulher completar 1 ano sem menstruar novamente. ANSIEDADE A ansiedade durante a perimenopausa é provavelmente causada pela queda nos níveis de estrogênio circulantes no corpo, o que reduz a produção de neurotransmissores responsáveis...

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Câncer do Colo do Útero

Câncer do Colo do Útero Olá minhas queridas, hoje quero falar de um assunto muito importante para nós mulheres. Trata-se do câncer do colo de útero. Esse tipo de câncer tem atingido muitas mulheres e o número de casos só aumenta. A prevenção é muito simples: basta fazer um exame ginecológico e se for detectado no início, há 100% de chance de cura. É um tipo de câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode não ter sintomas. Quais os sintomas do câncer de útero? O quadro clínico de pacientes com câncer de colo do útero pode variar desde ausência de sintomas (tumor detectado no exame ginecológico periódico) até quadros de sangramento vaginal após a relação sexual, sangramento vaginal intermitente (sangra de vez em quando), secreção vaginal de odor fétido e dor abdominal associada com queixas urinárias ou intestinais (nos casos mais avançados da doença). O que causa o câncer de útero? Infecção pelo vírus Papiloma Humano (HPV). As mulheres portadoras desse vírus devem fazer exames mais frequentes com o seu ginecologista para detectar alterações sugestivas de lesões malignas ou pré-malignas. Esse vírus é uma das principais causas do câncer de útero. Vários parceiros sexuais e a falta do uso de preservativo. Má alimentação, fumo e falta de atividades físicas. Primeira gestação precoce e vários partos. Como prevenir-se do câncer de útero? A prevenção do câncer de colo do útero passa por cuidados e informações sobre o uso de preservativos, a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e a orientação sexual, desestimulando a promiscuidade (vários parceiros). Em nível secundário de prevenção, está o exame ginecológico periódico. Fazer o exame preventivo de câncer de colo do útero (Papanicolau) é a forma mais eficaz de diminuir a chance de ter esse tipo de câncer. O que é Papanicolau? Papanicolau é um teste que examina as células coletadas do colo do útero. O objetivo do exame é detectar células cancerosas ou anormais. O exame pode também identificar condições não-cancerosas como infecção ou inflamação. Toda mulher deve fazer o exame preventivo de câncer de colo do útero (Papanicolau) a partir da primeira relação sexual. Este exame deve ser feito anualmente ou, com menor frequência (conforme critério estabelecido pelo médico). Como é feito o exame? É feito por um profissional (ginecologista) no consultório. Durante o exame vaginal, antes do exame de toque, um aparelho chamado espéculo vaginal é introduzido na vagina para que o colo do útero seja mais facilmente visto. Com uma espátula, o médico coleta células do colo do útero e da vagina e as coloca numa lâmina de vidro. Essa lâmina com as células é examinada em um microscópio para que sejam identificadas anormalidades que possam sugerir que um câncer possa se desenvolver ou que já esteja presente. A fim de...

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Prevenção do câncer de mama

Prevenção do câncer de mama O câncer de mama é o tipo de câncer que mais causa mortes entre as mulheres no Brasil. Isso porque muitos dos casos são descobertos tardiamente, quando o tumor já está avançado. O diagnóstico precoce é a grande arma que as mulheres têm nas mãos e, quanto antes o câncer de mama for descoberto, maiores as chances de sucesso no tratamento. O que é o câncer de mama? O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. Como prevenir o câncer de mama? Alimentação: Manter uma dieta adequada ajuda no controle do peso, na prevenção de doenças crônicas e melhora a saúde como um todo. Além disso, um corpo saudável trabalha melhor, prevenindo o surgimento de tumores. Mulheres que consomem vegetais com frequência têm até 45% menos chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo realizado pela Boston University. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes são ricos em glucosinolatos, que são aminoácidos com um papel importante na prevenção e tratamento de câncer de mama. Exercícios físicos: Adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama. Estresse: Mulheres que vivem uma rotina muito agitada e estressante têm quase o dobro de chances de desenvolver câncer de mama, quando relacionada a outros fatores de risco. Técnicas de respiração, meditação e relaxamento, praticadas em Tai Chi e ioga, ajudam a controlar o estresse e a ansiedade. Álcool: O consumo de apenas 14 gramas de álcool por dia pode aumentar as chances de câncer de mama em 30%. O mecanismo de ação pelo qual o consumo de álcool aumenta o risco de câncer de mama ainda permanece desconhecido, mas sabemos que ele influencia as vias de sinalização do estrógeno. Controle do peso: Ao atingir a menopausa, mulheres com sobrepeso ou obesidade correm mais risco de desenvolver câncer de mama. E mais: o excesso de peso ainda aumenta as chances do câncer ser mais agressivo. Amamentação: Mulheres que amamentam os seus filhos por, pelo menos, seis meses, têm 5% menos chances de desenvolver câncer de mama. Quando a mulher amamenta, ela estimula as glândulas mamárias e diminui a quantidade de hormônios, como o estrógeno, da sua corrente...

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Peso na Menopausa

Peso na Menopausa O ganho de peso na  menopausa é muito comum. Existem alguns fatores como: hormônios, envelhecimento, estilo de vida e a genética que influenciam para esse aumento do peso. No entanto, a experiência da menopausa é altamente individual, e varia de mulher para mulher. Ciclo de Vida da Mulheres Existem períodos de mudança hormonal que ocorrem durante a vida de uma mulher. Estes ciclos incluem a pré-menopausa, perimenopausa e menopausa. 1. Pré-menopausa Pré-menopausa é o termo para a vida reprodutiva da mulher enquanto ela é fértil. Começa na puberdade com o primeiro período menstrual, e termina com o último. Esta fase dura cerca de 35 anos. 2. Perimenopausa Perimenopausa, literalmente, significa “em torno da menopausa.” Durante este tempo, os níveis de estrogênio se tornam variáveis (aumentam e diminuem) e os níveis de progesterona começam a diminuir. Normalmente a mulher entra nessa fase depois dos 40 anos e costuma durar de 4 a 10 anos. Os sintomas da perimenopausa (que se estendem também à menopausa) incluem:   Ondas de calor e intolerância ao calor Distúrbios do sono Alterações no ciclo menstrual Dores de cabeça Alterações de humor, incluindo depressão, ansiedade e irritabilidade. Ganho de peso 3. Menopausa A menopausa ocorre oficialmente quando a mulher já não menstruou mais durante os últimos 12 meses. A idade média da menopausa é 51 anos. Até então, ela é considerada perimenopausa. Muitas mulheres experimentam seus piores sintomas durante esse período, mas outras acham que seus sintomas se intensificam no primeiro ano ou dois após a menopausa. Como os hormônios afetam o metabolismo Desde a puberdade até a menopausa, as mulheres tendem a armazenar gordura em seus quadris, glúteos e coxas. Embora possa ser difícil de perder, este tipo de gordura não aumenta o risco de doenças. Nesse período, o nível de progesterona vai diminuindo de forma constante e o estrogênio oscila entre níveis altos e baixos, ou seja, ocorre um desequilíbrio hormonal. Essas alterações nos níveis hormonais durante a transição da menopausa pode levar ao ganho de peso e ao aumento no risco de algumas doenças. Ganho de Peso O ganho de peso nessa fase está ligado a vários fatores: Oscilações hormonais: O desequilíbrio do estrogênio (taxas altas e baixas) pode levar a um aumento de armazenamento de gordura. Perda de massa muscular: Isso ocorre devido à idade, alterações hormonais e diminuição da atividade física. O sono inadequado: Muitas mulheres têm dificuldade para dormir durante a menopausa, e falta sono está ligada ao ganho de peso. O aumento da resistência à insulina: As mulheres muitas vezes se tornam resistentes a insulina à medida que envelhecem. Isso faz com que seja mais difícil perder peso. Cuidado com as dietas nessa fase! Evite fazer restrições calóricas nessa fase da vida: isso pode provocar a perda de massa muscular e uma nova descida da taxa metabólica. Assim, enquanto dietas de poucas calorias podem resultar na...

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ENDOMETRIOSE

  ENDOMETRIOSE O QUE É? Doença benigna que se caracteriza pelo crescimento anormal de tecido endometrial fora do útero, sob a forma de retalhos, nódulos, lesões ou tumores. Afeta 10% das mulheres durante a idade reprodutiva e pode levar a infertilidade. Os locais mais comuns do crescimento anormal do endométrico (originalmente o tecido que reveste internamente o útero) são os ovários, as trompas de falópio, os ligamentos que sustentam o útero, a bexiga e o intestino grosso. Como são tecidos originados do útero, os retalhos ou nódulos característicos da endometriose estão sujeitos tanto quanto o endométrio à influência do ciclo hormonal e ao sangramento característico da menstruação. Começam aí os principais sintomas da doença pois o sangue produzido for a do útero não tem por onde sair e o resultado é a degradação do próprio sangue e dos retalhos de tecido endometrial dentro do organismo, o que leva a inflamação, dor, formação de cistos e a infertilidade . O QUE CAUSA Não se sabe exatamente a causa da endometriose mas fatores ambientais, além da dieta alimentar, são considerados os principais suspeitos. Compostos químicos organoclorados, usados na agricultura, são apontados em estudos científicos recentes como fatores importantes para o desenvolvimento da endometriose e outras doenças femininas dependentes de estrogênios como os miomas e uma variedade de tipos de câncer nos órgãos reprodutivos. Outra teoria que tenta explicar a origem da endometriose é a da menstruação retrógrada, que faz com que parte do tecido menstrual retorne para os órgãos reprodutivos como as trompas de falópio e se implante na cavidade abdominal para crescer, em seguida. É comum o retorno de tecido menstrual em algumas mulheres, mas também é normal que o sistema imunológico elimine o corpo estranho, a não ser quando há algum problema hormonal ou de deficiência nas próprias defesas do organismo. São nessas condições que o tecido menstrual consegue “criar raízes” e crescer como endometriose. Outra explicação para a origem da doença é a teoria embólica, segundo a qual o tecido endometrial migraria do útero para outras partes do organismo feminino através do sistema linfático ou vascular. Não está descartada a influência dos genes no desenvolvimento a endometriose ou de que certas famílias trariam a predisposição genética para desenvolver a doença. OS PRINCIPAIS SINTOMAS Dor antes e durante o período menstrual, muito mais forte do que a cólica menstrual normal, além de dor durante a relação sexual e sangramento irregular e intenso. Outros sintomas comuns são fadiga e menstruações, acompanhadas de cólicas intestinais, dor nas costas, diarréias ou constipação intestinal seguida de mal estar. Quando a bexiga é afetada, pode ocorrer dor durante a micção. Algumas mulheres podem não sentir nenhum desses sintomas e a dor não tem, necessariamente, relação com o tamanho ou extensão dos tecidos em crescimento. Pequenos retalhos de tecidos podem produzir prostaglandinas em quantidade suficiente para causar dor intensa. DIAGNÓSTICO A maneira mais segura de...

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